Apenas algumas semanas após o centésimo aniversário da colisão do Titanic com um iceberg, o bilionário australiano Clive Palmer anunciou que pretende construir uma réplica em tamanho real do navio mais famoso de todos os tempos. Para isso, ele já teria inclusive um estaleiro chinês escolhido para abrigar a construção.
Além da contratação da empresa, Palmer já contaria com uma equipe pronta para recriar com perfeição todos os detalhes dos nove andares do navio de cruzeiro, que contava com 840 quartos. Segundo informações do Daily Mail, o Titanic II também deve apresentar as quatro imponentes chaminés, mas elas têm apenas fins estéticos, já que o navio deve usar diesel como combustível.
O Titanic II promete ser equipado com “tecnologias do século XXI”: além de ter garantias de que não vai afundar, ele vai trazer academias, spas e todas as comodidades que as pessoas esperam de navios de cruzeiro de luxo.
Esse é apenas o primeiro dos quatro navios de cruzeiro encomendado pelo bilionário ao fabricante chinês. A construção do Titanic II deve começar ainda no próximo ano e a viagem inaugural já estaria marcada para 2016. O custo do projeto ainda não foi revelado.
Panasonic vai testar o projeto em salões japoneses pelos próximos dois meses.
Se depender da Panasonic, em poucos anos você pode ter seu cabelo lavado por robôs quando for a um salão de beleza. O novo produto foi anunciado no inicio do mês de abril e já começou a ser testado nos salões de beleza japoneses.
A empresa pretende ganhar opiniões dos consumidores sobre suas experiências com o produto para fazer mudanças, caso sejam necessárias e avaliar a aceitação do produto pelo público.
O robô conta com 24 dedos artificiais que são equipados com sensores capazes de determinar o tamanho e forma da cabeça da pessoa, para então aplicar o shampoo na quantidade adequada. O robô também é capaz de enxaguar a cabeça, aplicar condicionador e, ainda, fazer uma massagem ao final do trabalho.
Vídeo exibe a perigosa profissão de técnicos que arriscam suas vidas reparando os fios de energia elétrica.
A emissora americana PBS está fazendo um documentário sobre os altos perigos das profissões de companhias que reparam o sistema de energia elétrica. Ontem, um vídeo breve publicado no canal oficial da empresa no YouTube mostra parte dos riscos que esses técnicos correm diariamente.
No clipe, alguns profissionais voam de helicóptero até o local em que alguns cabos de alta tensão apresentam problemas. Para evitar um choque de 230 mil volts, um dos técnicos prende um aparelho no cabo que força a energia elétrica a circular em volta do aparelho de aviação.
O corajoso homem fica sentado na beira do helicóptero e faz o reparo manualmente apenas com a proteção de luvas. Segundo o relato do técnico, não há como sentir a energia elétrica fluindo pelo corpo, mas os cabos têm uma vibração muito forte. Haja coração!
O RapidShare publicou nesta semana um manifesto no qual destaca um novo posicionamento, muito mais rígido em relação à pirataria que acontece em seus servidores. Intitulado “Práticas Responsáveis para Serviços de Armazenamento nas Nuvens”, o texto afirma que os serviços similares devem ter permissão para vasculhar os arquivos dos internautas que forem acusados de infringir direitos autorais.
Além disso, o Rapidshare defende que os prestadores de serviço mantenham seus servidores apenas em países que obedeçam a convenção de Hague, um tratado que reúne somente nações que respeitam as leis de propriedade intelectual. O site defende ainda que o cerco deve ser apertado e, caso uma conta tenha sucessivas denúncias, ela deve ser deletada ainda que não existam provas.
Embora o site tenha servido, em um primeiro momento, como um refúgio para aqueles que ficaram órfãos do Megaupload, o Rapidshare preferiu rever suas políticas para evitar possíveis processos. Assim, o serviço reduziu a velocidade de download para não assinantes e procurou se manter ao lado de gravadoras e estúdios de cinema nos debates sobre o assunto.
Será que a tecnologia poderia influenciar de forma decisiva nos combates de uma nova guerra mundial?
A história da humanidade sempre foi marcada por grandes guerras, conflitos históricos que ceifaram a vida de milhões de pessoas de várias nacionalidades. Se elas trouxeram muitas mortes e muita destruição, também mostraram grandes revoluções tecnológicas.
Foi assim na Primeira Guerra Mundial, com os primeiros combates aéreos, e também na Segunda Guerra Mundial, com o nascimento da logística propriamente dita e a utilização das bombas atômicas (que ajudaram na criação da internet).
E você, já parou para pensar em quais seriam as revoluções trazidas por um novo combate armado? Hoje, com a tecnologia mais presente do que nunca em nossas vidas, talvez uma guerra mundial fosse capaz de mostrar um uso nunca antes visto de recursos diferenciados.
E é essa a ideia deste artigo. Aqui não vamos abordar o que desencadearia uma possível Terceira Guerra Mundial ou quais países estariam envolvidos, somente as incríveis tecnologias que poderiam ser utilizadas. Confira!
Armas revolucionárias
Os armamentos sofreram muitas melhorias tecnológicas desde a Segunda Guerra Mundial. Entretanto, algumas clássicas só estão ganhando adaptações hoje em dia, como no caso da modernização do rifle AK-47, que deve receber equipamentos destacáveis, como mira óptica e lanterna.
Mas há também novos e impressionantes recursos, como o canhão laser que deve ser adotado pela Marinha dos Estados Unidos. A arma é capaz de atirar nada menos do que 14 quilowatts de luz concentrados em um único ponto, fazendo com que o alvo entre em combustão instantaneamente.
Já para os combates corpo a corpo, uma boa alternativa é a utilização de fuzis inteligentes, com balas que possam ser “programadas” pelos soldados, como o Rifle XM25.
Além deste rifle, há a opção também das balas teleguiadas, que podem orientar-se em direção ao alvo caso ele mude a sua localização. Esse tipo de munição trabalharia como uma espécie de versão em miniatura dos mísseis teleguiados e poderia percorrer grandes distâncias.
HAARP
O HAARP é, com certeza, o trabalho militar que mais impõe medo na população mundial. O projeto de estudos sobre a ionosfera terrestre tem como objetivo principal ampliar o conhecimento sobre o assunto.
Entretanto, há controvérsias, e muitos falam que o HAARP é, na verdade, uma arma geofísica capaz de controlar placas tectônicas, temperatura atmosférica e até mesmo o nível de radiação que passa pela camada de ozônio. Teorias conspiratórias dizem, inclusive, que a arma seria responsável pelo terrível terromoto ocorrido no Haiti, além de causar barulhos estranhos no céu de todo o planeta.
Hackers – o poder nas mãos dos nerds
Os governos do mundo todo lutam para manter os hackers mais brilhantes do seu lado, e não é para menos. Muitos especialistas determinam que é o campo cibernético que deverá determinar o sucesso ou o fracasso das grandes nações em uma possível Terceira Guerra Mundial.
Já imaginou a luta, por exemplo, entre os grandes cérebros do planeta em busca do controle de bolsas de valores, usinas de energia ou plataformas de lançamento de mísseis nucleares?
Supersoldados
A preparação dos soldados é algo que pode definir uma guerra, afinal de contas, é a infantaria que consegue conquistar os principais objetivos de uma batalha. E novas ferramentas para deixar os combatentes estão sempre em pauta, como a utilização de exoesqueletos. Esse tipo de recurso, muito famoso por ser visto nos filmes, já está bem próximo da realidade e poderia ser utilizado em uma grande guerra mundial.
Esses soldados teriam também a chance de controlar as próprias armas com a força da mente. Pequenas ondas elétricas administradas no cérebro dos combatentes poderiam permitir a ligação direta entre a mente do soldado e sistemas bélicos, como drones ou sondas.
Bombas atômicas
As bombas atômicas são grande objeto de discussão mundial e não é para menos, pois o seu poder destrutivo é impressionante. Mas será que elas podem chegar a ser utilizadas sem que acabem com todo o planeta?
A robótica com certeza teria um papel fundamental nos combates armados da Terceira Guerra Mundial. E a serventia dos soldados de ferro seria enorme, pois eles podem ser desenvolvidos de acordo com a necessidade de cada exército.
O Snakebot, por exemplo, é um robô com o formato de uma cobra capaz de passar por canos, rastejar de forma imperceptível por barcos, salas escondidas e florestas e, se necessário, ficar de pé para oferecer uma visão mais abrangente.
Já o PETMAN é um robô que imita o corpo humano e é capaz de caminhar, correr e escalar como se fosse uma pessoa real. Este poderia, por exemplo, ser utilizado em combates de infantaria.
Há também muitos estudos que trabalham a inteligência dos robôs e, em alguns casos, já se pensa em dar a liberdade para que eles decidam se devem ou não matar uma pessoa, por exemplo. O recurso, a princípio, seria utilizado no X-47B, um jato de combate não tripulado.
E caso não haja tanta confiança na inteligência artificial dos robôs, uma boa saída é a criação de avatares que possam ser controlados por seres humanos, tudo de maneira muito semelhante àquela vista no filme de James Cameron.
Controle da mente
Além das armas de destruição em massa, outros tipos também poderiam ser objeto de preocupação. Na Rússia, por exemplo, foi confirmado recentemente que há estudos direcionados à criação de uma arma capaz de controlar a mente das pessoas, transformando-as em zumbis.
Espionagem avançada
A espionagem sempre ocupou um papel importante nos conflitos e teve o seu auge com a Guerra Fria entre Estados Unidos e União Soviética. Por isso, novas tecnologias nesse sentido sempre estão em desenvolvimento.
Já o Vulture, desenvolvido pela DARPA em conjunto com a Boeing, trabalharia de maneira diferente. O avião funcionaria como um tipo de satélite, realizando vigilância e monitoramento de grandes áreas sem a necessidade de tripulação. O mais incrível é que ele poderia voar até cinco anos sem ter que pousar.
A DARPA também pensa em realizar um monitoramento de fora do planeta. O projeto Phoenix busca, em um futuro próximo, conseguir reaproveitar o lixo espacial que orbita a Terra para reconstruir, diretamente no espaço, novos satélites de espionagem.
Responsáveis pela descoberta, pesquisadores da Rice University pretendem usar a tecnologia no desenvolvimento de smartphones praticamente invisíveis.
Não estamos muito longe de chegar a uma época em que os celulares vão dispensar completamente qualquer espécie de tela, se tornando praticamente invisíveis ao olhar. É isso o que garantem pesquisadores da Rice University, que anunciaram recentemente a criação de chips de memória flexíveis e transparentes que usam óxido de silício para processar e armazenar dados.
Os responsáveis pelo projeto já estão procurando meios de aliar a nova tecnologia a displays touchscreen flexíveis e a eletrodos, baterias e circuitos transparentes que estão sendo desenvolvidos atualmente dentro dos laboratórios da instituição.
Todo o processo de criação das novas memórias é explicado no vídeo acima pelo Dr. James Tour, líder do grupo responsável pelo projeto. Na prática, a descoberta da tecnologia significa que, dentro de alguns anos, não é difícil imaginar o anúncio de um iPhone 8 praticamente invisível que pode ser usado nos pulsos de maneira semelhante a um relógio convencional.
É de conhecimento básico que a água é essencial ao ser humano. No entanto, hoje, bilhões de pessoas não conseguem acesso a esse líquido de forma potável, além de muitos adquirirem doenças através da água contaminada.
Pensando nisso, dois cientistas alemães, Friso Krahmer e Lars Gerd Piwkowski, desenvolveram o protótipo Hyquator: um gadget pequeno que promete, em uma única carga de bateria, filtrar até cem copos de água. Com isso, ele inativaria os micro-organismos, além de impedir que eles reapareçam.
Tamanha eficiência também surpreende quanto à energia necessária para recarregar a bateria do Hyquator: apenas células solares — sem utilizar filtros, luz ultravioleta ou componentes químicos. Segundo os criadores, este gadget também funcionaria em águas com sujeira concentrada, como as encontradas em rios barrentos.
Eficiente e acessível
Para torná-lo ainda mais prático, um sensor acoplado ao protótipo informa através de uma luz vermelha quando a água ainda não está preparada para o consumo, e com uma luz verde quando ela poderá ser ingerida.
Para os desenvolvedores dessa tecnologia, o principal objetivo seria, em poucos minutos, ajudar várias pessoas a ter contato com água potável, mesmo em condições difíceis, como em inundações. Para isso, eles pretendem vender este produto por um preço bastante acessível.
A Google parece que não está satisfeita com as vendas dos tablets equipados com Android e pode estar planejando lançar no mercado diversos modelos com a marca da empresa, equipados com Android “puro” (sem modificações das fabricantes de hardware), desenvolvidos em parceria com empresas como Samsung, Motorola e LG.
E mais: a gigante da internet deverá lançar ainda esse ano uma loja virtual para vender tablets com Android, tanto os modificados pelas fabricantes de hardware quanto os futuros tablets com a marca da Google. A empresa planeja vender os portáteis em parceria com uma grande variedade de fabricantes.
As informações foram publicadas hoje na versão online do jornal americano The Wall Street Journal, através de uma matéria intitulada "Google Heightens Rivalry With iPad" (Google aumenta a rivalidade com o iPad, em tradução livre). A publicação cita fontes “familiarizadas com o assunto” para comprovar o conteúdo das informações.
Produtos com a marca Google
Essa não é a primeira vez que a empresa investe em produtos com a marca própria. Dois smartphones com Android “puro” já foram disponibilizados no mercado pela Google: o Nexus One, lançado em 2010 em parceria com a HTC, e o Galaxy Nexus (conhecido no Brasil como Galaxy X), lançado em 2011 juntamente com a Samsung.
Segundo as fontes do The Wall Street Journal, um tablet produzido pela Google em parceria com a Asus deverá ser lançado ainda esse ano. Apesar de receber o nome da Google, a empresa não fabricará os dispositivos. Os responsáveis pelo hardware serão as empresas colaboradoras, como a Samsung e a Asustek Computer.
Amazon e Apple na mira
O Google estaria trabalhando com especialistas de hardware da Asus e da Samsung e considera a possibilidade de subsidiar o preço de um dos dispositivos para alinhar seu valor ao Kindle Fire, o tablet da Amazon que está fazendo um grande sucesso nos Estados Unidos.
O Fire é vendido por US$ 199 nos EUA, e, segundo as fontes, é provável que a loja virtual do Google disponibilize para venda um “Tablet Nexus” pelo mesmo preço, equipado com o vindouro Android 5.0 Jelly Bean. Os detalhes do projeto ainda não estão claros, pois nada se sabe sobre quando a Google deverá lançar sua loja online.
De acordo com o The Wall Street Journal, com a venda de tablets sendo feita diretamente aos consumidores, a Google está aumentando as apostas contra a Apple, que domina o mercado há dois anos com o iPad, desde que o aparelho foi lançado.
Os tablets com Android feitos pela Samsung e outras empresas estão vendendo bem abaixo do esperado. A última pesquisa da Gartner indica que a Apple domina o segmento de tablets, com nada menos que 73% do mercado. E estamos falando de apenas um produto com iOS contra vários equipados com Android. É Google, a guerra ainda não está perdida, mas as batalhas serão duras.
A Nokia Brasil anunciou nesta semana a construção de um novo campus para a Fundação Nokia de Ensino, instituição mantida pela empresa. O projeto será desenvolvido em Manaus e deve atender um total de 3,5 mil alunos. A obra terá investimentos da ordem de R$ 40 milhões.
Atualmente, a instituição atende mais de 1,5 mil estudantes do ensino médio e oferece formação técnica em eletrônica e telecomunicações, entre outras especialidades. Além das aulas, a escola provê alimentação aos alunos (três refeições diárias) e prática de atividades esportivas.
Segundo Almir Narcizio, presidente da empresa no país, esse é o maior projeto social da Nokia no mundo. O projeto do novo campus é sustentável e prevê dois blocos com painéis de energia solar no teto. A água do local também terá um aproveitamento mais eficiente.
Os fãs do cantor sertanejo Michel Teló poderão vê-lo nas telas do game MegaCity, disponível para Orkut e Facebook. Teló será um dos personagens do jogo da Vostu e vai estrelar uma série de metas especiais para os jogadores. Além disso, os participantes poderão ganhar CDs e DVDs do cantor e baixar um remix exclusivo da música “Eu te amo e open bar”.
No game, os jogadores terão que auxiliar o personagem a encontrar inspiração para compor suas canções. Para isso, os fãs vão ter que desbloquear o Teatro do Michel Teló e cumprir as metas propostas. O jogo contará ainda com várias referências às músicas do cantor, como o sucesso internacional “Ai, se eu te pego” e a canção “Humilde residência”.
Michel Teló não é o primeiro artista brasileiro a participar do jogo. No ano passado, a cantora Ivete Sangalo também esteve presente em uma ação similar no MegaCity. Segundo informações da Vostu, o game conta hoje com cerca de 6 milhões de jogadores ativos no Brasil.
Após o anúncio da parceria entre Microsoft e Nokia para o desenvolvimento de celulares com o sistema operacional Windows Phone 7, surgiu a dúvida em relação ao suporte de aplicativos para os futuros aparelhos, que chegam em um mercado dominado por iPhones e celulares Android. Pensando nisso, a empresa americana e a finlandesa resolveram investir pesado em um centro de desenvolvimento de aplicativos na Finlândia, na esperança de atrair desenvolvedores para o Windows Phone.
A Microsoft divulgou um comunicado informando que, em parceria com a Nokia, investirá 18 milhões de euros (aproximadamente 43,4 milhões de reais) na universidade de Aalto, na Finlândia. Esse investimento visa a abertura do programa AppCampus, que buscará inovar e criar novos aplicativos para o Windows Phone 7 e, surpreendentemente, para o outro sistema operacional da Nokia, o Symbian. O programa deve abrir portas para desenvolvedores de todo o mundo, e tem início previsto para o próximo mês de maio, conforme o anúncio e seu site oficial.
"Mod utiliza a engine RAGE para recriar o clássico."
Um fã muito habilidoso da franquia GTA produziu um mod do jogo que permite que o mundo de GTA III rode com a engine RAGE. Para esclarecer, este é o motor gráfico que funciona em Grand Theft Auto IV, para os consoles da sétima geração.
Dois vídeos da novidade foram disponibilizados nos fóruns de GTA e você pode conferi-los acima. No primeiro deles podemos ver um trailer do novo mod, enquanto que no segundo há três minutos de passeio pela cidade de Portland.
Com os novos rumores sobre a chegada de GTA V em maio de 2013, a expectativa está cada vez maior. Continuem ligados para mais novidades.
Se você não consegue assistir a um filme sem pegar um balde de pipocas antes de a sessão começar, saiba que você já pode comemorar. Cientistas da Universidade de Scranton, nos Estados Unidos, descobriram que as pipocas podem ser mais saudáveis para o organismo do que frutas ou vegetais.
Segundo o estudo, aquelas irritantes casquinhas do milho que ficam presas em nossos dentes contêm concentrações elevadas de fibras e antioxidantes. Para Joe Vinson, um dos pesquisadores responsáveis pelo estudo, as casquinhas podem ser consideradas verdadeiras minas de ouro em termos nutricionais.
“A pipoca pode ser considerada o lanche ideal. Durante o seu cozimento, os grãos não são transformados como um todo, o que significa que 51% do peso do produto corresponde a grão integral. Um porção de pipoca pode fornecer até 70% do valor diário necessário de grãos integrais”, explica Vinson.
A pesquisa descobriu ainda que uma porção de pipoca fornece até 300 mg de polifenóis, os antioxidantes citados acima, enquanto uma ingestão típica de frutas ou verduras provê no máximo 250 mg. Entretanto, vale o alerta: as pipocas de micro-ondas costumam ter o dobro de calorias das tradicionais e você não deve deixar de comer frutas e verduras.
"São vários os modelos que combinam praticidade com tecnologia."
Se você usa óculos e é fã de tecnologia, ficará feliz em saber que já estão disponíveis no mercado opções de lentes e armações no melhor estilo high-tech. Algumas delas trazem alternativas práticas, como nunca mais precisar trocar as lentes ou ainda conseguir ajustar o foco e a nitidez para cada ocasião — através de um simples toque.
E, para apresentar as tendências, o Tecmundo listou alguns modelos que estão em destaque no mercado de óculos. Veja abaixo as funcionalidades, os métodos tecnológicos e escolha a opção que vai encaixar melhor no seu rosto — e bolso.
Transitions
A tecnologia Transitions é uma das que mais conquistaram o gosto dos consumidores. Para adaptar a visão à luminosidade do ambiente e permitir que os olhos recebam apenas a luz adequada em cada situação, a lente tem a tonalidade ajustada automaticamente, ficando mais escura ou mais clara.
Os óculos Transitions mudam a tonalidade de acordo com a luz ambiente (Fonte da imagem: Reprodução/Transitions)
O funcionamento dessas lentes, denominadas fotocromáticas, se fundamenta em uma reação química causada pela radiação UV. Seguindo o sucesso no mercado, a empresa Transitions desenvolveu as primeiras lentes solares com essa tecnologia, denominadas SOLFX.
As lentes Transitions podem ser encontradas em diferentes lojas e com preços variados.
Gunnar OPTIKS Indoor
Denominado pelos produtores como “Advanced Computer Eyewear” (óculos avançados para computador), estes óculos protegem e aperfeiçoam o desempenho visual daqueles que ficam muito tempo na frente de telas digitais, evitando, especialmente, os sintomas da fadiga ocular.
Entre as tecnologias utilizadas estão as lentes Fractyl Lens Geometry, que controlam e ajustam a luz artificial que vem da tela, evitando que o olho se esforce para fazer esse serviço. As lentes também possuem um material que combate a “luz azul” liberada pelo painel digital, que atinge o sistema nervoso e pode até mesmo causar problemas de sono.
Com uma fórmula específica, este sistema faz com que a lente apresente-se um pouco amarela e preserva as cores como se estivessem na luz natural, minimizando os efeitos da “luz azul”. Os óculos Gunnar OPTIKS Indoor custam entre 75 e 100 dólares.
PURE glasses
Estes óculos foram desenvolvidos para melhorar as questões de peso e flexibilidade, fazendo com que a pessoa nem sinta que está usando o acessório. Isso é possível a partir de uma liga denominada Xandium.
Os óculos são feitos com um único arame dessa liga, sem parafusos ou dobradiças. O material permite uma armação superleve e, ao mesmo tempo, muito resistente. A estrutura também é flexível e possui “memória”, sempre voltando ao formato original caso seja “deformada” pelo uso durante o dia. Em média, os óculos PURE glasses custam US$ 275.
emPower
Esta tecnologia, já apresentada pelo Tecmundo, pretende facilitar a vida de quem usa óculos multifocais ou bifocais. Com o emPower, é possível regular a lente para uma visão mais próxima ou distante a partir de um simples comando: deslizando os dedos para frente ou para trás sobre a haste da armação.
Óculos emPower em seu carregador especial (Fonte da imagem: Reprodução/Gizmag)
Esse movimento permite que o ajuste seja feito de maneira imediata, como se a pessoa estivesse ajustando o foco dos óculos. Isso é possível devido a uma camada de cristal líquido que existe dentro da lente. Com um carregador específico, a bateria dos óculos tem duração média de 2 a 3 dias.
Aos interessados, o emPower chegará ao mercado americano com um preço mais salgado: cerca de 1.200 dólares.
Superfocus glasses
Seguindo o estilo “ajuste o foco você mesmo”, o Superfocus glasses permite ao usuário customizar sua prescrição apenas com o apertar de um pequeno botão deslizante, encontrado nos próprios óculos.
Os óculos Superfocus possuem um formato fixo arredondado (Fonte da imagem: Reprodução/Superfocus)
Com isso, a pessoa consegue melhorar o foco ou “afinar” as coisas que esteja olhando. A principal diferença entre o Superfocus e o emPower é que a lente do primeiro possui um formato fixo (arredondado), enquanto as lentes do emPower podem ser cortadas em diversos formatos e tamanhos.
Para adquirir estes óculos — disponível para compra no próprio site — é preciso desembolsar, a princípio, aproximadamente US$ 700.
Óculos universais
Desenvolvidos por um professor de Física da Universidade de Oxford, Dr. Joshua Silver, na Inglaterra, os óculos universais surgiram com a proposta de tirar a necessidade de ajuste das lentes através de um especialista, dando a possibilidade, ao próprio dono, de ajustá-las facilmente.
Como uma solução mais barata, esses óculos universais possuem as chamadas “lentes líquidas”. Para ajustar, o paciente deve apenas inserir, com uma seringa, um fluido transparente entre as duas camadas de película flexível que compõe a lente.
O processo, que pode ser repetido inúmeras vezes, é simples e adaptativo a qualquer paciente, que calcula a quantidade — enquanto coloca o fluído — até que a visão fique adequada. O professor de física pretende distribuir, gratuitamente, bilhões desses óculos para pessoas pobres que não possuem condições para ir a um oftalmologista.
LightSpecs
Com poderosas luzes de LED acopladas na armação, estes óculos são adequados para locais que possuam pouca luminosidade e nos quais é preciso forçar a visão. Uma situação bastante comum para utilizá-los é quando você quer ler na cama, antes de dormir, sem cansar rapidamente os olhos.
Disponível em dois designs e equipado com baterias substituíveis que duram até 50 horas, estes óculos estão à venda por preços acessíveis, indo de 20 a 30 dólares, dependendo do modelo.
"Aparelho desenvolvido por estudantes da Cornell University vibra quando determinados movimentos são feitos de maneira incorreta."
Desenhada e construída como parte do projeto de conclusão de curso de Michael Lyons e Greg Mess, da Cornell University, o Haptic Exercise Coach pretende acabar de vez com as lesões musculares de quem frequenta academias. Além de computar a quantidade de repetições feitas enquanto uma pessoa levanta pesos, o bracelete eletrônico avisa quando determinados movimentos estão sendo feitos de maneira incorreta.
O dispositivo usa uma série de acelerômetros para monitorar a posição e a velocidade do braço de um atleta, oferecendo dicas de como aprimorar a experiência caso detecte algum problema. Para que isso seja possível, o aparelho usa um microcontrolador Mega32 capaz de avaliar os dados coletados e transmitir vibrações às áreas que merecem atenção redobrada.
Segundo Lyons e Mess, a tecnologia pode ser empregada por pessoas que querem treinar com a máxima eficiência possível. Além disso, a novidade também pode ser usada em centros de reabilitação, locais em que realizar movimentos com precisão é algo decisivo na hora de evitar a reincidência de problemas musculares.
Os cientistas e engenheiros estão produzindo robôs cada vez mais complexos. Como já noticiamos aqui, já foi realizada uma Copa do Mundo de futebol disputada por seres robóticos, e uma maratona com 42 quilômetros apenas para androides.
O mais recente evento esportivo para robôs aconteceu na Cleveland State University, nos EUA. A Buckeye Regional FIRST Robotics Competition reuniu equipes de 60 escolas de ensino médio (envolvendo mais de 1.500 alunos) para uma competição de basquete. De acordo com o site Cleveland.com, os robôs foram projetados para jogar uma modalidade chamada “Rebound Rumble”, na qual as máquinas arremessaram a maior quantidade de bolas que conseguiram em turnos de 2 minutos e 15 segundos.
Os pontos foram marcados a partir da quantidade de bolas acertadas na cesta – assim como cobrado dos jogadores de carne e osso. Kate Keckan, conselheira do time da Avon High School, afirma que o evento “é uma oportunidade para os estudantes mostrarem aquilo que aprenderam na sala de aula e aplicarem esse conhecimento na construção de robôs — para uma competição — e no trabalho com profissionais da indústria”.
Conhecido pelo trabalho em filmes como Titanic e Avatar, o cineasta James Cameron acaba de incluir mais um item a seu extenso currículo de conquistas. No último domingo (25 de março), ele atingiu o fundo da Fossa das Marianas, ponto mais profundo do oceano, que não era alcançado por um ser humano desde 1960.
Cameron passou três horas no local coletando amostras e registrando vídeos com diversas câmeras 3D de alta resolução. A expedição foi o ponto culminante de sete anos de trabalho, que resultaram na construção do Deepsea Challenger, submarino para somente um tripulante feito com materiais especiais capazes de resistir às altas pressões enfrentadas durante a jornada.
A primeira atitude do cineasta após descer 10.848 metros foi publicar uma mensagem no Twitter divulgando o feito: “Acabei de chegar ao ponto mais fundo do oceano. Chegar ao ponto mais baixo nunca foi tão bom. Mal posso esperar para dividir o que estou vendo com vocês”, declarou o diretor.
"Decisão judicial que suspende redução líquida sobre os valores pagos pelos usuários."
Reuters. Por Fábio Couto e Leonardo Goy - A Telemar Norte Leste, empresa da Oi, obteve decisão judicial que suspende redução líquida de 10,78 por cento sobre os valores pagos pelos usuários nas chamadas fixo-móvel, informou nesta sexta-feira a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), em comunicado.
A Anatel disse que recorreu da decisão e que aguarda novo posicionamento da Justiça. O recurso foi apresentado ao Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Em nota, a Anatel informa que a decisão vale apenas para a Telemar Norte Leste, em sua área de concessão, que inclui os Estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará, Piauí, Maranhão, Pará, Amapá, Amazonas e Roraima.
A Anatel esclerece ainda que a empresa não poderá cobrar diferenças de valor retroativas. A Agência havia anunciado a redução nas tarifas de fixo para móvel no dia 25 de janeiro. Na ocasião, o órgão regulador estimou que a medida ajudaria a reduzir o IPCA de 2012 em 0,05 ponto porcentual.
"Vídeo captura, a uma velocidade de mil fps, casal de bailarinos executando saltos e piruetas."
Bailarinos profissionais são capazes de executar verdadeiras acrobacias que parecem desafiar as leis da física. Imagine poder ver todos os saltos e piruetas de uma coreografia de balé em câmera superlenta.
Simon Iannelli e Johannes Berger dirigiram dois integrantes da companhia de balé Staatsballett Berlin — Marina Kanno e Giacomo Bevilaqua —, que realizaram vários movimentos capturados a mil fps. Ou seja, o vídeo capturou mil imagens em um único segundo, permitindo que seja possível ver a execução dos passos de forma superlenta e em detalhe.
O resultado é um belo vídeo, chamado “Le Vent”, que apresenta imagens fluidas e delicadas, nas quais os bailarinos parecem voar e deslizar pelo cenário. Você já tinha visto uma coreografia de balé, por este ângulo, anteriormente?
"Usando sinais vibratórios, equipamento integrado a dispositivo GPS indica ao motorista para que lado ele deve virar, mantendo os olhos do condutor por mais tempo na pista."
(Fonte da imagem: Reprodução/Thinkstock)
Procurando reduzir o número de acidentes causados por distrações, a AT&T Labs e a Carnegie Mellon University estão desenvolvendo um volante que fornece instruções de navegação por meio de vibrações – em vez de mapas em telas ou comandos por voz, que tiram a atenção do motorista da pista.
De acordo com o site Technology Review, o volante está interligado com um dispositivo de GPS tradicional (o que ainda deve ser aprimorado) e possui 20 componentes que enviam sinais vibratórios, indicando ao condutor se ele deve virar para a esquerda ou para a direita. O mecanismo também poderá ser utilizado para informar ao motorista a existência de um veículo no ponto cego dos seus retrovisores ou se ele está muito próximo do carro à frente.
Estudos realizados com a tecnologia em simuladores mostraram que condutores mais jovens, com idade média de 25 anos, mantiveram seus olhos na estrada por um tempo 3,1% maior do que quando utilizados os equipamentos convencionais de GPS. Em contrapartida, motoristas com mais de 65 anos parecem não ter se adaptado tão bem ao volante vibratório. Nessa faixa etária, os comandos por voz foram mais eficientes, reduzindo em 4% a distração dos condutores.
Cansado de carregar seu skate debaixo do braço? Agora você pode adquirir um modelo dobrável que cabe dentro da mochila e fica guardado em seu guarda-roupa. Trata-se do Snap, um skate portátil feito de alumínio aeronáutico.
O Snap é mais forte do que uma placa de madeira normal, apesar do seu design dobrável. Isso é possível porque o alumínio é reforçado por pinos de aço de alta resistência, quando desdobrado. O modelo também é equipado com dobradiças patenteadas que reduzem seu tamanho de 81 cm para 35 cm, garantido o máximo de portabilidade.
O Snap conta com rolamentos e rodas que podem ser facilmente removidos e substituídos por peças de skate padrão, para que você possa personalizá-lo ao seu próprio estilo. O skate dobrável custa 120 dólares nos Estados Unidos (217 reais na cotação atual, sem impostos), com frete grátis para todo o país norte americano.
Lançada no início de março, anova geração da Apple TVtrouxe uma série de novidades: compra de filmes pelo iCloud, suporte à reprodução de conteúdos em resolução 1080p, recomendações do sistema Genius, entre outras. Tudo isso embalado em uma nova interface que, segundo a empresa, permite o acesso fácil e rápido a todos os conteúdos disponíveis.
No entanto, caso Steve Jobs ainda estivesse vivo, a história poderia ser bastante diferente. É o que afirma Michael Margolis, ex-engenheiro da Apple que trabalhou na divisão responsável pelo produto. Segundo ele, o cofundador da companhia descartou o novo visual há cerca de 5 anos por considerá-lo muito feio.
Segundo Margolis, após Jobs ter perdido sua batalha contra o câncer, “não há mais ninguém para dizer não ao mau design” dentro da empresa. Ele vai além, afirmando que a nova interface é resultado do trabalho de somente um designer visual do time de aplicativos da empresa, que agora é constituído por pessoas totalmente diferentes daquelas com quem ele havia trabalhado.
Em uma declaração enviada ao site The Next Web, o ex-engenheiro afirma que a mudança de aparência é resultado da popularidade de dispositivos como o iPhone e o iPad. Segundo ele, a aproximação com a interface do iOS foi um movimento bastante inteligente, já que a Apple TV não possui tanta popularidade quanto os portáteis da empresa e pode se beneficiar com a similaridade.
A Microsoft não quer mais saber de pessoas compartilhando links de conteúdo ilegal através do seu programa de mensagens instantâneas Windows Live Messenger (popularmente conhecido como MSN). A empresa começou a bloquear links do popular site de downloads piratas The Pirate Bay como uma forma de combater a pirataria dentro do aplicativo.
Se você tentar enviar um link através do programa, receberá a seguinte mensagem: “o conteúdo foi bloqueado porque foi reportado como inseguro”. Como observa o site de notícias Slash Gear, proibir pessoas de enviar links piratas de forma privada é algo realmente novo. Além disso, classificar o The Pirate Bay como inseguro não condiz com a realidade, pois o site não apresenta qualquer risco significativo para o computador.
O Windows Live Messenger é o serviço de mensagem instantânea mais popular do Brasil. Estima-se que o programa atinja 75% dos usuários de internet no país, o que significa aproximadamente 35 milhões de internautas. Obviamente, a Microsoft tem controle total sobre o que as pessoas podem e não podem enviar através dos seus serviços, mas muitos observam isso como uma atitude radical demais.
O The Pirate Bay é um dos sites preferidos daqueles que desejam baixar cópias ilegais, como programas de TV, filmes, arquivos de música, livros digitais, jogos e muito mais.